Antes de tudo, por qual motivo a defesa cibernética é vital para os negócios e a credibilidade de sua empresa? Ademais, na era de informação atual, organizações e pessoas dependem fortemente de computadores, celulares e aplicativos. Por outro lado, apesar da tecnologia ter facilitado e tornado nossas vidas mais eficientes, também nos tornou suscetíveis a Ciberataques ou ataques cibernéticos.
Dessa forma, hackers e golpistas estão sempre procurando vulnerabilidades para invadir sistemas e coletar dados, comprometendo as operações e a boa imagem das organizações. Por isso, a ciberproteção tornou-se uma preocupação urgente para organizações de vários portes, e os decisores devem adotar medidas proativas para preservar informações críticas de suas organizações.
Por qual motivo a ciberproteção é crucial para os diversos gestores mitigarem ataques cibernéticos?
A ciberproteção é basilar para muitas partes interessadas (stakeholders) dentro da corporação.
Para os decisores:
Em primeiro lugar, os decisores devem tomar ciência das consequências potenciais de não alocar recursos em defesa cibernética. Porque os ataques cibernéticos podem provocar perdas financeiras, responsabilidade legal e prejuízo reputacional pelos consumidores.
Ademais, uma falha na segurança pode suspender atividades comerciais e levar a custos elevados de inatividade. Portanto, os decisores devem priorizar a ciberproteção e alocar os meios indispensáveis para prevenir e conter ciberataques.
Para equipes da TI e ciberproteção:
Em segundo lugar, os times da TI estão no comando da proteção cibernética e seu papel é crucial para preservação da conduta de ciberproteção da organização. E assim, elas devem ter as aptidões e a vivência necessárias para descobrir e conter prontamente às ameaças cibernéticas. Devem também ser proativas em descobrir vulnerabilidades potenciais e na implementação das medidas necessárias para diminuir riscos.
Times de ciberproteção devem ter um profundo conhecimento das posturas para proteção de dados das organizações e suas vulnerabilidades potenciais. Devem também estar bem-informadas sobre ameaças virtuais mais recentes e de táticas usados pelos atacantes. Mantendo-se informadas e proativas, times de defesa cibernética podem minimizar riscos de ciberataques bem-sucedidos e minorar as sequelas de quaisquer ataques cibernéticos que venham a ocorrer.
Para os profissionais de P&D:
Em terceiro lugar. a incumbência dos profissionais da P&D ao desenvolver produtos devem considerar a defesa cibernética durante o desenvolvimento. Ao incorporar a segurança ao projeto, os membros do time de P&D podem minimizar os riscos de vulnerabilidades, minorando, dessa forma, potenciais ataques hackers.
Para os demais membros da equipe
Em suma, diversos funcionários têm uma função a desempenhar em manter a defesa cibernética ou ciberproteção da corporação. Devem tomar ciência dos potenciais risco cibernéticos e tomar as precauções necessárias para proteção de dados sensíveis. Isso inclui estar vigilante ao acessar e-mails ou usar celulares e tablets e evitar acessar links maliciosos ou abrir anexos suspeitos.
Quando ataques cibernéticos acontecem, é tarde demais para começar a preparação
As empresas frequentemente ignoram os perigos que o negócio enfrenta quando não prioriza proteger dados.
Em 2014, o ciberataque sofrido pela Sony Pictures foi imputado a hackers norte-coreanos. O ataques cibernético resultou no furto de dados de identificação, e-mails confidenciais e filmes exclusivos, além da destruição de milhares de PCs e diversos equipamentos digitais.
O incidente representou um grande constrangimento para a Sony Pictures e provocou prejuízos vultosos, estimados em US$ 200 milhões. Ademais, o incidente levantou preocupações sobre as vulnerabilidades da indústria do entretenimento a ciberataques e os riscos de hackers utilizarem propriedade intelectual roubada para obter ganhos financeiros.
Em 2017, a Equifax, uma agência global de crédito dos EUA, foi atacada com um enorme vazamento que exibiu informação sigilosa de 143 milhões de consumidores. O vazamento aconteceu quando hackers exploraram uma vulnerabilidade do aplicativo web da Equifax.
O incidente representou um grande golpe para a credibilidade para a corporação e resultou na renúncia de vários executivos de alto nível. Ademais, a Equifax sofreu inúmeras ações judiciais e Inquéritos governamentais. O episódio revelou a relevância de fazer testes de vulnerabilidades regulares e da correção de bugs para impedir ciberataques.
Ataques cibernéticos a uma corporação pode prejudicar outras organizações através da cadeia de suprimento (Supply Chain)
Ataques cibernéticos a uma corporação pode prejudicar outras organizações através da cadeia de suprimento (Supply Chain). Um exemplo significativo de ciberataque que iniciou em 2020 e prolongou-se até 2021 foi o ciberataque à suply chain da SolarWinds .
O sofisticado grupo cibercriminoso que realizou o evento, supostamente ligado ao governo russo, conseguiu violar os sistemas da SolarWinds, uma empresa líder no setor de softwares, e inserir código malicioso nos upgrades dos softwares.
Como resultado, os hackers conseguiram ingresso em redes de diversas organizações de notório perfil, incluindo várias agências governamentais dos EUA. O evento foi classificado entre os mais significativos e abrangentes da história dos cibercrimes e revelou a exigências de salvaguardas mais rigorosas na Supply Chain para impedir ameaças semelhantes no futuro.
Ciberataques a organizações podem, por vezes, afetar países inteiros. Outro grande ciberataque que ocorreu em 2021 foi o ciberataque à Colonial Pipeline , que causou interrupções na cadeia de suprimento de combustível nos EUA. O ciberataque foi realizado por um bando criminoso conhecido como DarkSide, que conseguiu violar a rede informática da Colonial Pipeline e exigiu dinheiro para restabelecer os acessos a seus sistemas.
Como consequência, a Colonial Pipeline se viu obrigada a desligar os sistemas dos gasodutos, provocando falta de combustíveis e aumentos acentuados nos preços em diversos estados do sudeste dos EUA. O incidente evidenciou vulnerabilidades na infraestrutura crítica a ataques hacker e a exigência de reforçar as precauções de ciberproteção no ramo da energia.
Conclusão sobre ataques cibernéticos
Em suma, a importância da proteção cibernética é inegável. Organizações de diversos portes devem priorizar a proteção cibernética de dados críticos e suas operações. Ao envidar esforços em segurança dos dados e adotar os melhores padrões, as corporações conseguem minimizar ciberataques e preservar sua reputação.
Para atingir esse intento, é essencial começar com um curso introdutório de Segurança cibernética para Organizações (CPO) , onde os participantes terão uma introdução aos conceitos, métodos, padrões e medidas de segurança cibernética, aprenderão a confrontar incidentes de ciberproteção comuns, se familiarizarão com ferramentas e metodologia defensivas em profundidade, além de metodologias de Governança, Risco e Conformidade (GRC) com as quais sua organização deve estar familiarizada.
Ao participar deste curso introdutório, decisores, colaboradores de TI, equipes de P&D, times de segurança cibernéticas e outros funcionários podem obter uma compreensão abrangente da ciberproteção e agir antecipadamente para proteger os dados sigilosos de sua empresa.
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